sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Trafit comanda, mais uma vez, semáforos milionários em Salvador

E a Trafit Indústria e Comércio ganhou mais uma licitação da prefeitura de Salvador para implantar novos semáforos em 131 cruzamentos da capital baiana. Este ano, a empresa vai embolsar R$ 15 milhões. O ano passado, a companhia ganhou mais R$ 1,5 milhão para a manutenção de outros equipamentos. Entretanto, a Trafit é investigada pelo Ministério Público por irregularidades na contratação por prefeituras nos estados de Santa Catarina e Rio de Janeiro.

Na licitação deste ano, outras oito empresas participaram do processo, mas, de acordo com o superintendente da Transalvador, Fabrizzio Muller, as competidoras não se apresentaram no dia da concorrência, sendo a Trafit a única disponibilizada para a ação. “O processo licitatório atendeu à todas as especificidades dentro da lei. Houve lisura”, rebateu Muller ao Bocão News.

De acordo com o gestor, o primeiro edital divulgado gerou dúvidas entre as empresas proponentes. A licitação foi suspensa e refeita, sendo publicada novamente no mês de junho deste ano. O superintendente não soube informar os nomes das empresas interessadas àquela época.

A contratação por R$ 15 milhões foi justificada pelo procedimento que a empresa terá que realizar. Segundo o Muller, a Trafit irá substituir os semáforos que estão sucateados, bem como o cabeamento, as colunas e placas controladoras. “Eles estão muito ruins. Temos problemas com a chuva, a água entra nos equipamentos, dá curto-circuito e precisam ser substituídos. A empresa vai retirá-los, reforma-los e reimplantá-los. Isso gera um custo”, explica.

Os semáforos recuperados serão instalados em outros cruzamentos de Salvador. O valor de cada equipamento também não foi informado pelo gestor do órgão, que também não é encontrado na publicação do resultado da licitação no Diário Oficial do Município, no dia 16 de outubro.

Os novos semáforos serão implantados nos cruzamentos do Iguatemi, Lucaia, Avenida Garibaldi, todo o corredor da Orla e alguns pontos da Paralela. Eles já começaram a ser substituídos e a operação deve ser finalizada no ano que vem.

Era JH

A Trafit Indústria e Comércio presta serviços à prefeitura de Salvador desde a gestão de João Henrique. O proprietário, Mário Flores, é primo do ex-prefeito. A empresa completou em 2013 seus dez anos de contrato assegurados pela inexigibilidade de licitação, ou seja, não havia possibilidades de competição. Porém, segundo o superintendente da Transalvador, o processo deste ano foi diferente, e a Trafit participou de uma licitação. Segundo Fabrizzio Muller, o contrato do ano passado era de manutenção e em 2014/2015 será de implantação. Só resta a dúvida do motivo de retirada de interesse das oito empresas, que Muller não soube informar à reportagem deste site.

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Com Informações do Bocão News

Informa: Cobrança ODONTOPREV


terça-feira, 18 de novembro de 2014

Chegou a hora de discutirmos o porte de arma na nossa categoria. Ajude a colocar o tema na pauta do Senado



Neste momento não importa quem é contra ou favor da proposta, o importante é colocarmos o tema na pauta de discussão do Senado Federal. 


Vamos, mais uma vez, mostrar a força e união da nossa categoria! Acesse o link e vamos rumo a mais essa vitória.



Diretoria da ASTRAM

Justiça condena jornal a pagar R$ 18 mil a juiz parado em blitz no Rio


A 11ª Vara Cível do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro) condenou o jornal "O Globo" e o jornalista Ronaldo Braga a pagarem uma indenização de R$ 18 mil ao juiz João Carlos de Souza Correa, o mesmo que deu voz de prisão à agente da Lei Seca Luciana Tamburini após ser parado em uma blitz, em 2011.

O objeto da ação contra o jornal carioca é uma matéria assinada por Ronaldo Braga e publicada no dia 17 de fevereiro de 2011, que trazia o título "Juiz dá calote e tenta prender cobrador". Ao noticiar a confusão envolvendo Correa e a agente de trânsito, o jornal fez um histórico de polêmicas nas quais o magistrado esteve envolvido. Um dos fatos teria ocorrido em 2006, quando o juiz, de acordo com "O Globo", deu voz de prisão a funcionários da Ampla que foram até a sua residência para, por falta de pagamento, cortar o fornecimento de energia elétrica.

A decisão da juíza Lindalva Soares Silva foi publicada na última quinta-feira (13), um dia depois de os desembargadores da 14ª Câmara Cível negarem por unanimidade o recurso de Luciana e manterem a determinação de indenização a Correa em R$ 5.000 por ter afirmado que ele "era juiz, mas não Deus". O caso ganhou repercussão nacional, e uma advogada paulista lançou uma vaquinha online que, em uma semana, arrecadou mais de R$ 27 mil para a agente.

Correa se sentiu ofendido e pediu inicialmente uma indenização de R$ 100 mil. O jornal apresentou a sua defesa, mas a titular da 11ª Vara Cível deu ganho de causa para o colega de magistratura. Ela reduziu o valor da indenização porque o considerou exagerado.

"(...) o dever de informar, mesmo que, para a imprensa, seja verídico, não pode ser transmitido com emprego de linguagem agressiva de caloteiro, até mesmo porque a palavra, em nosso idioma, tem sentido pejorativo e depreciativo", escreveu a juíza Lindalva.

Segundo ela, a imprensa precisa "administrar com precisão e equilíbrio a palavra escrita". "Houve uso desproporcional da linguagem ao chamá-lo em primeira página de um jornal de grande circulação de juiz caloteiro, o que, por si só, já caracteriza abuso", argumentou.

Procurado, o jornal ainda não se manifestou sobre a decisão do tribunal.

OAB quer afastamento de juiz

A OAB-RJ (Ordem dos Advogados do Brasil) encaminhou ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça), na semana passada, um compilado com as denúncias recebidas pela entidade contra o juiz João Carlos de Souza Corrêa. A Ordem pede que o CNJ afaste o juiz durante a investigação do caso. O conselho ainda não se pronunciou a respeito.

Segundo o presidente da instituição, Felipe Santa Cruz, nos últimos dias, a ordem recebeu diversas denúncias contra Corrêa referentes a outros casos. "O caso da agente de trânsito já é dramático, mas recebemos diversas outras denúncias contra o juiz além dessa. Ameaças a advogados, falta de postura… Por isso tomamos a decisão de encaminhar um documento ao CNJ, pedindo inclusive o afastamento do magistrado enquanto se apura a procedência dessas informações", afirmou Cruz.

A funcionária do Detran-RJ (Departamento de Trânsito do Estado do Rio) foi condenada há duas semanas por conta de uma abordagem realizada durante uma blitz no Leblon, na zona sul da capital fluminense, em fevereiro de 2011. De acordo com decisão na primeira instância, a servidora pública "agiu com abuso de poder" e "zombou" do magistrado ao afirmar que ele "era juiz, mas não Deus".
Entenda o caso

Corrêa, que era titular da 1ª Vara da Comarca de Búzios, estava sem a CNH (Carteira Nacional de Habilitação), conduzia um carro sem placa e estava sem os documentos do veículo quando foi parado. Ele acusou uma das agentes da operação de desacato ao ser informado que o carro seria removido para o depósito.

Segundo a denúncia, houve um desentendimento verbal entre os dois e o caso foi parar na 14ª DP (Leblon). O juiz chegou a dar voz de prisão para a agente, mas ela se negou a ir à delegacia em um veículo da Polícia Militar.

"Ao apregoar que o demandado era 'juiz, mas não Deus', a agente de trânsito zombou do cargo por ele ocupado, bem como do que a função representa na sociedade", escreveu o desembargador José Carlos Paes, da 14ª Câmara Cível do TJ-RJ, que manteve a condenação em segunda instância.

Na ocasião, o magistrado fez o teste do bafômetro, que não apontou a ingestão de álcool, mas recebeu duas multas: uma por não licenciar o veículo, que estava sem placa, e outra por não portar a CNH.

De acordo com a Secretaria de Estado de Governo do Rio, que promove a operação, a Corregedoria do Detran-RJ abriu um processo disciplinar para apurar a conduta dos agentes na ocorrência e não constatou nenhuma irregularidade. Ainda segundo o governo estadual, o registro de ocorrência realizado pelo crime de desacato na 14ª DP foi formalizado como fato atípico pela falta de provas.

A reportagem procurou o TJ-RJ para tentar entrevistar o juiz e o desembargador, mas foi informada que nenhum dos dois se pronunciaria e que o tribunal não emitiria posicionamento sobre o caso.

Com Informações do Portal Uol

terça-feira, 11 de novembro de 2014

O que aconteceria na Suécia com o juiz parado na blitz no Rio


”Por que o Rei não fez o teste do na hora?”, perguntou certa vez um repórter do jornal sueco Expressen ao Rei da Suécia, Carl XVI Gustaf, no dia seguinte a um pequeno acidente de trânsito protagonizado pelo monarca. Um dia normal na Suécia, onde autoridades não têm complexo de Deus e a síndrome do ”você-sabe-com-quem-está-falando” é tão improvável quanto a volta dos mortos ou a autocrítica dos cretinos.

O episódio da agente de trânsito condenada por danos morais após abordar um juiz em uma blitz da Lei Seca, na zona sul do Rio de Janeiro, demonstra que alguns magistrados brasileiros parecem pensar que são deuses – e que muitos têm a certeza de que são.

Quando foi parado, o juiz e guardião da lei João Carlos de Souza Corrêa dirigia sem a carteira de habilitação, sem placa no carro, e sem os documentos do veículo. Diante do óbvio delito, a agente do Detran Luciana Silva Tamburini informou o juiz que o carro teria que ser apreendido. Houve um entrevero verbal. Segundo Luciana, o juiz, irritado, se identificou como magistrado e deu voz de prisão a ela. O juiz reclama que a agente teria dito que ele era ”juiz, mas não Deus”. O caso ocorreu em 2011.

O desembargador José Carlos Paes, da 14a. Câmara Civil do Tribunal de Justiça do Estado do RJ, condena agora Tamburini a pagar R$ 5 mil ao juiz, por ter ”desafiado a própria magistratura e tudo o que ela representa”.

Antes que alguma idéia de se conceder um auxílio-divindade a juízes pegue, manda a lógica concordar que o respeito deve pautar – em mão dupla – a relação entre agentes que trabalham para fazer valer a lei e magistrados que têm o dever de defender o primado da lei. Assim como a relação entre qualquer cidadão e qualquer autoridade.

Mas manda a sensatez que se modernize o conceito de ”autoridade”, em uma sociedade já farta de carteiradas. Antes que seja condenado à morte o respeito da população pela sua Justiça.

Vejamos o caso da Suécia, por exemplo.

Neste país escandinavo, não existe autoridade pública. O que existe é servidor público.

Juízes, políticos, militares, funcionários públicos de alta patente – ninguém está acima de nenhum outro cidadão, e ninguém tem direito a tratamento diferenciado. As leis e os bafômetros são iguais para todos.

A régia exceção é o velho rei, com seu privilégio de dias contados: nem a Rainha Silvia, nem a herdeira da Coroa sueca e nem seus irmãos são imunes aos apitos dos guardas de trânsito e aos rigores da Justiça.

Assim foi que, sem medo de exercer seu ofício, um guarda parou no trânsito a princesa Madeleine, irmã da herdeira da Coroa, quando ela dirigia um Volvo XC 60, da frota real, na faixa reservada aos ônibus no centro de Estocolmo. Madeleine tinha pressa: faltavam quatro dias para o seu casamento com um plebeu americano, e pela lei aquele evento de grandeza real dava permissão especial aos carros da Corte de trafegar na faixa exclusiva. Mas o agente de trânsito desconhecia a tal permissão, e a punição foi diligentemente aplicada naquele verão de 2012.

”Já estamos emitindo uma multa no valor de mil coroas suecas (cerca de R$ 345)”, disse o policial Lars Lindholm.

Consumado o fato, Madeleine seguiu seu caminho. Coube então ao porta-voz da Corte lembrar à polícia a permissão especial que dá de fato aos carros da frota real o direito de dirigir na faixa reservada a ônibus em ocasiões extraordinárias, como dias de visita oficial ao país. E o casamento real de Madeleine, com a chegada de centenas de aristocratas e autoridades estrangeiras à capital sueca, configurava uma dessas ocasiões especiais.

”A princesa não tentou alegar nenhum tipo de imunidade”, destacou o porta-voz.

”Devido às circunstâncias especiais deste caso, a multa será retirada”, comunicou então o porta-voz policial Hans Brandt.

Com Informações do Site Diário do Centro do Mundo

'Nenhum magistrado é Deus', diz Lewandowski sobre ação contra agente no Rio

O ministro Ricardo Lewandowski, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) e do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), disse nesta segunda-feira (10), em Florianópolis, que "nenhum magistrado é Deus, eles são homens comuns e devem respeitar a Constituição". A declaração foi dada por ele ao comentar o caso da agente de trânsito condenada no Rio de Janeiro por ter supostamente dito a um magistrado, durante uma blitz da Lei Seca, que "juiz não é Deus".

O presidente do Supremo, no entanto, não falou sobre o mérito da ação (a condenação da agente), pois, de acordo com ele, o processo pode chegar ao STF.

O ministro disse ainda que a meta para 2015 do STF será julgar "casos escolhidos [num mecanismo diferente da chamada Súmula Vinculante] que possam resolver milhares de processos" entre os 67 milhões que estão "congestionados" no Judiciário --ele não citou quais serão os casos escolhidos.

Lewandowski disse também, citando dados da pesquisa do CNJ 2014 ( base 2013) que "temos 95,1 milhões de processos, um acréscimo de 3,3% sobre 2012,resultando numa taxa de congestionamento de 70,9%" --o que dá 67 milhões e 425 mil processos "congestionados".

O ministro afirmou que "a demora nos julgamentos se deve às instâncias existentes para recursos, mas isto está na legislação processual, é um problema das leis existentes, que datam de 50 anos".

Levandowski participou da abertura do 8º Encontro Nacional do Poder Judiciário, reunindo desembargadores e juizes de 91 tribunais brasileiros. A pauta do encontro é buscar soluções para a litigância excessiva e à quantidade de processos em tramitação no Judiciário.

Segundo o ministro "as metas que serão propostas à votação incluem as de medição permanente, como as Metas 1 e 2, 5 (de impulsionar o processo de execução) e 6 (de priorizar o julgamento das ações coletivas) e investimento na Conciliação, estabelecendo, na Meta 3, proposição de incrementar a atuação dos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSCs).

Com Informações do Portal Uol

'Vaquinha' para agente da Lei Seca do Rio termina nesta terça e será doada

A agente da Lei Seca Luciana Silva Tamburini, que foi condenada a indenizar o juiz João Carlos de Souza Corrêa por tê-lo parado em uma blitz da Lei Seca em 2011, vai doar todo o valor da "vaquinha" feita na internet para ajudá-la no pagamento da multa. As contribuições terminam nesta terça (11) e devem chegar a R$ 40 mil (com mais de R$ 26 mil já pagos e outros R$ 14 mil prestes a serem depositados). A indenização é de R$ 5 mil, mas a agente vai recorrer a instâncias superiores e espera que a decisão seja revertida.

A servidora do estado deve receber o valor depois de 15 dias a partir desta terça e está pesquisando instituições que ajudem vítimas de trânsito. O valor deve ser revertido para compras de cadeiras de roda e prótese.

"Achei o gesto [da "vaquinha"] bonito, mas graças a Deus tenho família. Tem gente precisando mais do que eu. Na própria Lei Seca tem os cadeirantes que fazem aquele trabalho de conscientização com os motoristas que são parados. Como ouvia deles sobre a necessidade de material, resolvi ajudá-los a viver melhor. Acho [esta doação] bem importante", resumiu Tamburini.

Juiz é investigado
Na segunda-feira (10), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, afirmou que os juízes são pessoas comuns. "Esse é um caso concreto e eu não posso me pronunciar, porque, eventualmente, essa matéria poderá ser examinada pelo próprio Supremo Tribunal Federal. Mas eu quero dizer que o juiz é um homem comum. É um cidadão como outro qualquer", disse o ministro.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) analisa a conduta do juiz João Carlos de Souza Correa, no episódio em que o magistrado deu voz de prisão à agente de trânsito, após ser multado em uma blitz da Lei Seca no Rio de Janeiro, desde o dia 14 de outubro deste ano.

A blitz da Lei Seca ocorreu na Rua Bartolomeu Mitre, no Leblon, em fevereiro de 2011. O juiz João Carlos de Souza Correa conduzia um Land Rover sem placas e não tinha carteira de habilitação. Luciana Silva Tamburini, na condição de agente de trânsito, informou que o veículo teria de ser apreendido e levado a um pátio. O juiz, por sua vez, exigiu que o carro fosse levado para uma delegacia. Ambos acabaram sendo levados para a 14ª DP (Leblon), onde o caso foi registrado. A agente teria dito, na ocasião, que "juiz não é Deus".

Com Informações do Portal G1

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Carta Aberta aos Prestadores de Serviços

Ao longo dos quase 30 anos de existência da ASTRAM, travamos imensas batalhas em defesa dos Prestadores de Serviços da TRANSALVADOR. Nos últimos meses inúmeras demandas surgiram e mais uma vez foi comprovado que com o planejamento e a união da ASTRAM e seus associados obtivemos sucesso. Como exemplo: a manutenção do plano de saúde, negociação de carnaval, regularização de pagamento de salário e operação especial, papel decisivo na efetivação de melhorias das condições de trabalho, implantação do AIPET (Adicional de Incentivo a Prevenção e Educação no Trânsito) para todos os servidores, aprovação em Brasília do PRONASCI, Dia Nacional do Agente de Trânsito e aprovação da Emenda Constitucional 82/14, além de atuação decisiva na elaboração e implantação do Plano de Cargos e Vencimentos.

Contudo, em nenhum momento a ASTRAM deixou de representar e trabalhar nas questões que envolvem os Prestadores de Serviço. Como prova disso, vale lembrar a campanha salarial de 2013 onde todos os ganhos foram repassados de forma igualitária aos Prestadores.

A tentativa de divisão da categoria feita pela atual administração tem servido de entrave para que algumas de nossas demandas e anseios não sejam atendidas. Além disso, um grupo específico tem colaborado para esta divisão. Esse grupo vem atrapalhando a atuação da presente diretoria da ASTRAM nas negociações, assumindo-se como representante legal sem o devido consentimento e autorização dos demais Prestadores e da Associação.

Resta-nos saber se esse grupo, apoiado pelo SINDSEPS, está realmente interessado em defender os direitos de todos os Prestadores ou apenas de olho nas vantagens futuras e interesses individuais. A questão do vínculo empregatício sempre foi um tema tratado e decidido no âmbito da TRANSALVADOR, sendo que atualmente, essa discussão foi ampliada para fora. Entendemos que isso tem gerado insegurança, já que este é um tema de extrema importância na vida dos Prestadores e que foi questão de irrestrita atuação e defesa por parte da ASTRAM.

Nos encontros que tivemos com a Administração estiveram presentes diversos Prestadores de Serviços no sentido de colaborar e participar efetivamente da mesa de negociação. Lamentável q ue alguns deles tenham se utilizado dessas reuniões para distorcer e criar situações que não ajudam no processo de construção de algo que venha a atender os anseios da categoria.

Por fim, conclamamos a participação e responsabilidade de todos os Prestadores, pois em nenhum momento da história, passamos por uma situação onde o risco para o Prestador fosse tão iminente. O descaso da Administração é uma prova disso, bem como a utilização dessa situação como artifício de ascensão política e eleitoreira por parte do SINDSEPS. Fica evidente que esta é uma tentativa de recondução da TRANSALVADOR para sua “base”, algo que juntos não iremos permitir. O que eles estão fazendo é um “teatro” com a figura do Prestador de Serviço que sempre foi e será, parte integrante de lutas e conquistas na história dessa Associação.

Diante do exposto, convocamos assembleia para discussão do rumo da representação dos Prestadores de Serviço.

Data: 13/11/2014 - (quinta-feira) 

Local: Gtran 

Horário: 10h


Diretoria da ASTRAM

Convocação: Assembleia dos Prestadores de Serviços - Dia 13/11 (quinta) às 10h na Gtran

Convocamos todos os Prestadores de Serviços da Transalvador para assembleia que será realizada na próxima quinta-feira, dia 13/11, às 10h, no pátio da Gtran.

Teremos como pauta deste encontro a questão da representação e mais o que ocorrer.

CONVOCAÇÃO: Assembleia dos Prestadores de Serviços

Data: 13/11/2014 (quinta-feira)
Local: Gtran
Horário: 10h
Pauta: Representação e o que ocorrer.


Diretoria da ASTRAM

Viaduto Dona Canô piora o tráfego entre avenidas


Cresce o número de queixas entre motoristas que enfrentam frequentes engarrafamentos no trecho final da avenida Professor Pinto de Aguiar, no sentido Paralela.

Condutores e especialistas afirmam que o problema está no viaduto Dona Canô, que não tem capacidade de receber a demanda proveniente de diferentes direções.

Entregue em 18 de setembro deste ano, a Pinto de Aguiar foi ampliada e passou a ter três faixas em cada sentido. Entretanto, quem passa pelo local (sentido Paralela) já encontra o trânsito parado na altura do campus da Faculdade Católica do Salvador.

José Nunes, 33 anos, que precisa passar pelo local diariamente, disse que perde muito tempo. "Pego minha namorada todos os dias em São Rafael. E sempre me atraso. Alguém tem que dar um jeito aqui. Está insuportável!", desabafou.

O motorista Nelson Oliveira, 62 anos, critica o que considera subdimensionamento do viaduto Dona Canô: "Não adianta duplicar a Pinto de Aguiar. A solução seria duplicar o viaduto ou tornar mão única", sugere Nelson.

De acordo com a arquiteta Cristina Aragón, especialista em estudos de trânsito e transporte, o gargalo se forma no viaduto Dona Canô porque recebe veículos vindos da avenida São Rafael (sentido Orla), Paralela (sentido São Rafael) e Pinto de Aguiar (sentido São Rafael).

Duplicação descartada

"A medida que poderia ser tomada para desafogar o trânsito nesta região seria a duplicação do viaduto. O fluxo de carros que atualmente recebe é incompatível com sua estrutura. Os engarrafamentos são inevitáveis", constata Aragón.

Mas, a assessoria de comunicação da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), responsável pela obra, descarta a duplicação do viaduto e informa que estão sendo construídos túneis e uma passagem subterrânea para ligar a avenida Pinto de Aguiar à Avenida Gal Costa (próxima à São Rafael), que também deverá ser ampliada.

O diretor de trânsito da Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador), Marcelo Corrêa, reconhece o problema e afirma que o órgão fará intervenções viárias no local.

"A duplicação da avenida foi uma obra muito importante para a cidade, mas não resolve o cerne da questão, que é o viaduto Dona Canô", disse Corrêa acrescentando que as intervenções no local este ano "ainda não tem data para ser executadas".

Ambulantes

Se para muitas pessoas o congestionamento no viaduto Dona Canô é motivo de estresse, para o ambulante Marcos de Jesus Souza, 22, é sinônimo de lucro. Marcos disse que em pouco mais de duas horas de trabalho fatura em torno de R$ 80.

"Nesse ponto aqui, vendendo amendoim, só tem eu. Chego todos os dias às 16h e vou embora às 19h30. Tudo que trago, vendo. Faturo R$ 80 por dia", reforça o vendedor ambulante.

Com Informações do Portal A Tarde

Você sabe o que difere uma ciclofaixa de uma ciclovia?

Muitos moradores de Salvador têm se queixado à Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador) sobre a falta de esclarecimento em relação aos tipos de circuitos cicloviários e sua utilização.

A Prefeitura da capital, assim como em outras cidades baianas, tem investido na expansão dos trajetos voltados aos ciclistas. Atualmente já são 12 ciclovias e 9 ciclofaixas, somando mais de 50 quilômetros de circuito cicloviário.

A demanda de ciclistas apresenta um crescimento expressivo, e o objetivo do Governo Municipal é chegar aos 350 quilômetros nos próximos anos.

Junto à expansão das ciclovias e ciclofaixas, campanhas educativas estão sendo realizadas para conscientizar e esclarecer pedestres, motoristas e ciclistas. Porém, a confusão sobre as diferenças e regras de cada um dos trajetos ainda é grande. Confira as características de ambos e fique atento:


Ciclovias

As ciclovias são espaços reservados permanentemente para o tráfego de bicicletas. Esses trajetos são separados das demais pistas comuns, com meio-fio, muretas, grades ou qualquer tipo de barreira física. No chão, a sinalização desses locais se dá com pinturas vermelhas e desenhos de bicicletas.

Normalmente os usuários dessas vias são aqueles que optam pela bicicleta como principal meio de transporte diário. Muitas dessas ciclovias ficam em vias expressas, por isso é importante usar toda a proteção necessária e escolher uma boa bicicleta.

Ciclofaixas

Nas ciclofaixas, a principal diferença é a que a exclusividade do tráfego de bicicletas funciona em apenas alguns horários do dia, normalmente aqueles com menos movimento de carros. Em Salvador, o uso é reservado aos atletas das 4h às 6h da manhã, e também nos finais de semana. Nos demais horários o tráfego de carros é livre.

A sinalização é feita apenas no chão, também pintada de vermelho, mas o desenho da bicicleta vem acompanhado de setas. Essas vias normalmente são usadas por atletas profissionais, que aproveitam os períodos vazios para treinar em altas velocidades.

Vale lembrar que, independentemente das ciclovias e ciclofaixas, o Código Brasileiro de Trânsito também regulamenta a presença de ciclistas nas demais vias e prevê o compartilhamento de qualquer ruas entre as bicicletas e os demais veículos, sendo que elas devem seguir mas mesmas regras dos carros e têm preferência, por serem mais frágeis.

Além disso, os veículos automotores não podem pressionar as bicicletas e nem colocar em risco a integridade física dos ciclistas. Assim como as bicicletas têm prioridade em relação aos veículos automotores, os pedestres têm prioridade diante dos ciclistas, seguindo o conceito de preservar a vida e favorecer o meio supostamente mais frágil.

Com Informações da Tribuna da Bahia