sexta-feira, 18 de abril de 2014

RETORNO AS ATIVIDADES DE FORMA GRADATIVA

  1. Durante esses dois dias de greve da PM, o SINDTTRANS E A ASTRAM, esteve presente no pátio da Gtran dando suporte aos companheiros no sentido de não serem pressionados a se exporem nas ruas sem nenhuma condição de segurança. A pressão foi grande para que os agentes de trânsito e transporte fossem às ruas a realizar normalmente suas atividades. Mas, em sintonia com a categoria, ficou decidido que ficaríamos nas respectivas bases, só deslocando em casos emergenciais de acidentes graves com vítimas. Isto foi feito!
    Com o fim da greve nesta tarde (17/04), avaliamos que ainda não poderíamos ativar normalmente, uma vez que demora a normalizar a segurança. Reunimos o grupo da tarde e foi concordado em ativarmos algumas viaturas com 4 prepostos para dar apoio em situações críticas (Rodoviária, Centro Náutico e barra) sendo que foi informado presença de viaturas da PM já nesses locais.
    Para a noite, ficou combinado com o Gerente que as viaturas só sairão para apoio na operação da barra havendo viaturas no local e situações emergenciais de graves acidentes e as canalizações pela manhã e a Blitz não será ativada.
    Em todo o tempo nossa preocupação foi resguardar a integridade de nossos companheiros, sempre buscando alternativas coerentes de lidar com a situação. 

quarta-feira, 16 de abril de 2014

INFORME ASTRAM / SINDTTRANS


Aos Servidores da TRANSALVADOR,

Informamos a todos os servidores que os serviços prestados por esta autarquia estão normalizados, tanto administrativos quanto operacional. Ratificamos que os servidores operacionais devem ativar as VTR’s nas respectivas bases, só saindo em extrema necessidade, desde que haja segurança, e os PO’s, também, devem se apresentar nas respectivas bases.

Não nos responsabilizamos por falta, exceto por causa dos acontecimentos da condição de segurança. Sempre comunique qualquer fato a seu chefe imediato.

Estamos acompanhando com bastante atenção toda a situação e avaliando a todo momento o contexto da segurança dos servidores.




Diretoria da ASTRAM e SINDTTRANS
NOVA CONVOCAÇÃO DA ASSEMBLEIA !!!!



ESTAMOS DESMARCADO A ASSEMBLEIA QUE IRIA OCORRER AMANHÃ, REMARCANDO PARA QUARTA-FEIRA, DIA 23/04, ÁS 10H NA ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS DA BAHIA ( RUA CARLOS GOMES).  REPASSEM AOS COLEGAS.



DIRETORIA DA ASTRAM

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Programem-se: Assembleia Geral da Transalvador - Próxima quinta, 17/04, às 10h



Chegou a hora de conhecermos a tabela de vencimentos do nosso PCV .

Estamos esperando todos na assembleia da próxima quinta, dia 17/04, às 10h, na Associação dos Funcionários Públicos da Bahia (Rua Carlos Gomes - atrás da Fundação Politécnica).

Diretoria da ASTRAM

Inaugurado acesso entre a Av. Luís Eduardo e a BR-324

O Governo do Estado entregou nesta segunda-feira (14) mais uma obra do programa Mobilidade Salvador, a ligação entre a Avenida Luís Eduardo Magalhães e a BR-324. A intervenção cria um acesso entre a Avenida Paralela e o Centro da cidade, sem passar pela região do Iguatemi, e entre a San Martin e o Bonocô, sem passar pela Rótula do Abacaxi.

"É uma obra pequena, mas que dá uma utilidade muito grande nos dois sentidos da Avenida Luís Eduardo Magalhães. E tenho certeza de que quando estiverem prontas a Estrada do Curralinho, ligando ao Stiep, e o Complexo do Imbuí, vai melhorar ainda mais e desafogar esse que é o maior nó hoje, a Paralela e o Iguatemi", afirmou o Jaques Wagner, durante a inauguração das vias.

A partir de agora, quem trafegar pela Paralela em direção ao Centro, pode entrar na Av. Luís Eduardo Magalhães, fazer o novo retorno criado no fim da via e em seguida entrar à direita, no acesso criado para a BR-324. Com esse trajeto, é possível ir para o Bonocô ou pegar a Via Expressa em direção ao Comércio.

Para quem vem da San Martin, o acesso evita a passagem pela Avenida Barros Reis e pela Rótula do Abacaxi. Dentro do Mobilidade Salvador também já está projetada a alça de acesso da BR-324 no sentido Salvador para a Av. Luís Eduardo Magalhães, que vai permitir a quem chega a capital ir para a Paralela sem passar pelo Iguatemi. 

De acordo com Sérgio Silva, diretor de Obras Estruturantes da Conder, o tempo de percurso deve ser menor com a nova ligação. “A distância aqui é maior, mas como o trânsito é livre, a velocidade é maior e o tempo para acessar o Centro acaba sendo reduzido”, explica.

Logos após a abertura da via, o número de carros que usava o novo acesso ainda era pequeno, mas com o tempo os motoristas vão se acostumar com a nova opção de percurso. Para quem já usou, a ligação permitiu economia de tempo. “Adianta nosso serviço no dia a dia e vai reduzir o trânsito, ficou muito bom”, avaliou o autônomo Nelson Costa. 

Mobilidade Salvador - O Programa Mobilidade Salvador está investindo R$ 8 bilhões em obras na capital. Além da ligação Luís Eduardo - BR-324, inaugurada nesta segunda-feira, estão em construção a Estrada do Curralinho, ligando a Luís Eduardo ao Stiep; o Complexo Viário do Imbuí, que facilita o acesso entre a Orla e a Paralela; a duplicação da Av. Pinto de Aguiar, que teve a primeira etapa entregue e será interligada à Avenida Gal Costa, indo até a BR 324; e a Av. 29 de Março, que consiste na duplicação da Orlando Gomes e sua ligação também até à BR-324.

“Com certeza, vamos ter um trânsito na cidade bastante modificado quando essas obras estiverem todas concluídas e com a chegada do metrô agora em junho”, afirmou o governador.

Fonte:
http://www.secom.ba.gov.br/2014/04/118305/-Inaugurado-acesso-entre-a-Av-Luis-Eduardo-e-a-BR-324.html

sexta-feira, 11 de abril de 2014

É HOJE: Inauguração do Clube da Cultura da Transalvador - A partir das 16h, compareça, participe!

Hoje. a partir das 16h, acontecerá no auditório da Transalvador a inauguração do Clube da Cultura.

Vamos todos prestigiar mais essa ação de integração do GERAD SEDEP da Transalvador.

Parabéns ao GERAD SEDEP e contem conosco para o que precisar.

Diretoria da ASTRAM

CONVOCAÇÃO: Assembleia Geral da Transalvador - próxima quinta (17/04) - Estamos esperando todos vocês !


quinta-feira, 10 de abril de 2014

Mulheres relatam casos de abuso sexual dentro de coletivos em Salvador

Às 7h, com uma sensação térmica de quase 40°C, os dois corpos seguem quase colados. De repente, a mulher sente uma pontada - vinda do homem logo atrás. Isso não seria um problema se ela tivesse consentido. Mas não foi assim que aconteceu. O cenário era o ônibus que fazia a linha Lapa-Camaçari. E o clima era de qualquer coisa, menos de sedução. Era assédio.

“Primeiro, eu fiquei com medo. Depois, veio a raiva. Muita raiva”. Essa foi a definição da universitária Luísa*, 21 anos, para o que sentiu depois do abuso que sofreu no caminho para o trabalho, em outubro do ano passado. “O ônibus estava cheio, então eu tentei não ficar paranoica. Mas, numa curva, ele encaixou em mim, literalmente. Fiquei com medo, porque não conseguia ver o tamanho dele, não conseguia ver nada”.

Infelizmente, Luísa estava frente a um adepto do que os médicos chamam de frotteurismo. Isso nada mais é do ato de se esfregar em uma pessoa sem o seu consentimento, geralmente em locais com grande aglomeração, como ônibus, trens e metrôs. Na linguagem das ruas, ela tinha acabado de receber uma encoxada.

Nas últimas semanas, o tema dominou o noticiário nacional. As histórias começaram a surgir depois que um universitário desempregado foi preso após tentar estuprar uma mulher dentro de um trem de São Paulo.

Histórias - Esse foi um caso com repercussão. Mas não está isolado. No final do mês passado, Nilton Oliveira Figueiredo, 34 anos, foi preso depois de abusar de uma estudante de 19 anos em Teixeira de Freitas, no Extremo Sul do estado.

De acordo com a polícia, a estudante disse que já estava sendo seguida por Nilton antes mesmo de entrar no ônibus. No veículo, o homem sentou ao lado de sua vítima. Sem se intimidar, tirou o pênis da calça e tentou esfregar nas pernas da jovem. Assustada, a garota saiu gritando e chorando. Foi quando outros passageiros conseguiram contê-lo.

Como no caso de Teixeira de Freitas, outra estudante, Bianca, 22, não imaginava que se tornaria mais vulnerável justamente ao sentar em um banco do coletivo parcialmente cheio. Em dezembro do ano passado, ela pegou um ônibus no Campo Grande, ao sair da aula na Universidade Federal da Bahia (Ufba), às 22h30.

“Sentei onde tinham duas cadeiras vazias. Tinha um cara de uns 35 anos, relativamente bem vestido, me olhando, mas ele estava na frente do ônibus. Depois, ele levantou e veio sentar ao meu lado. Fiquei em choque”, lembra. Bianca diz que tentou ficar o mais próximo possível da janela - e distante do homem. Quando ele deixou as mãos próximas da região genital, ela entendeu.

“Ele olhava para mim e cochichava coisas, como se estivesse falando sozinho, enquanto mexia a mão. Depois, ele começou a mexer a mão demais e eu vi que a braguilha da calça dele estava aberta”. Mesmo assim, a primeira reação de Bianca foi a negação. Ela se recusava a acreditar que aquilo estava acontecendo.

“Quanto mais nervosa eu ficava, mais parecia que ele tentava esconder menos. Tentei ignorar, porque parecia que o meu nervosismo estava deixando ele excitado”, relata. Daí, ela não aguentou. Levantou e fez o resto da viagem até o Costa Azul em pé, ao lado do motorista - mas sob o olhar vigilante daquele homem que ela quer esquecer.

Para sorte de Bianca, o motorista parece ter compreendido que alguma coisa estava errada. “Pedi para ele parar o ônibus na frente de casa. Desci chorando. Minha vontade era de voar no pescoço dele, mas fiquei paralisada de medo”, conta a estudante, que não pega mais ônibus daquela linha. Casos como os de Bianca, em que o homem chega a manusear o próprio pênis, são menos comuns, mas isso não é sinal de tranquilidade nos ônibus de Salvador.

Ônibus - A falta de dignidade nos coletivos lotados é tudo que um adepto do frotteurismo precisa para tentar uma encoxada. “É de uma forma bem discreta. Nada de ficar empurrando. Mas tem muita mulher que gosta e passa despercebida”, tenta justificar o empresário Jonas*, 33, confessando as encoxadas.

Se tem quem goste, não é o caso da universitária Isadora*, 20. “Eu tomo cuidado, mas diria que isso acontece umas duas vezes por mês. Os mais comuns são aqueles que fazem questão de se esfregar por trás. Mas também tem aqueles que ficam em pé, esfregando ‘as coisas’ na minha cara, quando estou sentada”, conta.

Ela nunca teve coragem de reagir. “Não importa se são mais leves e não tem uma pior. São sempre revoltantes”, desabafa Isadora. “Me sinto pequena, diminuída. Mas fico com medo da reação da pessoa, caso eu reaja”.

Os agressores não se importam com lugar. No final do ano passado, Gabriela*, 20, foi surpreendida dentro do ônibus Buzufba, exclusivo de alunos da Ufba. E não foi só uma, mas duas vezes.

Numa dessas, o homem ficou atrás dela, segurando o ferro do ônibus de uma forma que as duas mãos da estudante ficaram entre as dele. Foi a posição ideal. “Quando percebi, tive que me abaixar para passar por baixo do cotovelo do tarado, que continuou na posição. Pouco depois, ele desceu, ainda deu uma última esfregada na minha bunda”.

Apesar da revolta, nenhuma das vítimas ouvidas pelo CORREIO denunciou o abuso à polícia. 

Páginas de incentivo à prática somem depois de prisões

Em São Paulo, os encoxadores ganharam destaque depois que o universitário desempregado Adilton Aquinio dos Santos, 24, foi preso em flagrante por tentar estuprar uma mulher de 30 anos, dentro de um trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Usando o aperto como disfarce - e como desculpa - Adilton fingiu que estava com uma faca e mandou que a mulher abaixasse a calcinha, até que ele ejaculasse.

Ele ainda tentou arrancar a calça da vítima, mas foi impedido por outros passageiros, que começaram a agredi-lo. Depois de ter sido preso, Adilton não teve problemas para admitir o que tinha tentado fazer: “Infelizmente, foi um fato. Estava muito apertado (no trem) e eu não aguentei”. Só na semana passada, outras 25 pessoas foram presas na capital paulista - todas acusadas de assediar mulheres no transporte público.

Desde então, o método dos encoxadores se tornou público. Homens usavam celulares e câmeras fotográficas para registrar os abusos. Depois, postavam em redes sociais, como Facebook e Whatsapp. Só no Facebook, até duas semanas atrás, mais de 50 grupos e páginas reuniam os assediadores dos meios de transporte.

Uma única página que estimulava esse tipo de assédio, intitulada Encoxadores, chegou a ter 12 mil seguidores. Com a atenção da polícia, as páginas foram excluídas. Mas foi tarde demais para Daniela*, 23 anos. “Chamar de encoxada é pouco para o que eu recebi”.

Assim como a vítima de Adilton, Daniela estava em um dos trens da CPTM. Ela voltava do trabalho, às 22h, no ano passado. “Estava sentada, quando um homem sentou do lado. Ele colocou a mochila no colo, mas vi que ele colocou seu órgão para fora. Senti uma coisa no pé. Quando fui ver, ele tinha ejaculado”. O desespero veio quase ao mesmo tempo em que a chegada em uma estação - a deixa para a fuga do homem. “Foi horrível”.

Ipea: pesquisa com índice errado gera polêmica

Depois de divulgar um estudo que indicava que a maioria dos brasileiros concordava que mulheres de roupa curta deveriam ser atacadas, há cerca de duas semanas, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) informou, na última sexta-feira, que os dados apresentados estavam errados.

Inicialmente, o órgão havia informado que 65% dos entrevistados concordavam que mulheres de roupa curta merecem ser atacadas. Nas redes sociais, o resultado foi imediato: em Brasília, a jornalista Nana Queiroz lançou a campanha #EuNãoMereçoSerEstuprada, que ganhou repercussão em todo o Brasil. Até a presidente Dilma Rousseff manifestou sua indignação, no Twitter.

Porém, uma semana depois, o Ipea voltou atrás: o número correto de brasileiros que concordaram foi de 26%. Assim que o erro foi constatado, o diretor de Estudos e Políticas Sociais do órgão, Rafael Guerreiro Osório, pediu exoneração do cargo.

“Foi o famoso erro de planilha. Agora, não muda a conclusão geral, de que existe certa tolerância com a violência contra a mulher”, afirmou o presidente do Ipea, Marcelo Neri. Ainda assim, o instituto afirmou que outro número preocupante é real: 58% dos entrevistados acreditam que se as mulheres soubessem se comportar, haveria menos estupros. 

Fonte:
http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/mulheres-relatam-casos-de-abuso-sexual-dentro-de-coletivos-em-salvador/?cHash=edf7d5749917ef48b524fc2935bff64c

Escolas e estabelecimentos que complicam trânsito terão que contratar agentes

Não tem mais para onde correr: se bagunçar o trânsito de Salvador vai sentir no bolso. Agora, todo estabelecimento que provocar problemas no fluxo de veículos vai ter que contratar uma empresa com agentes particulares para descascar o abacaxi.

A nova norma é abrangente. Serve para estabelecimentos como escolas, clínicas, supermercados e shoppings, obras em andamento e até para quem for fazer algum grande evento na cidade. 
A portaria da Transalvador que regulamenta a lei foi assinada ontem e deve ser publicada ainda esta semana no Diário Oficial do Município (DOM) – quase quatro meses após o decreto que anunciou as medidas. Inicialmente, a prefeitura tinha 30 dias para fazer a regulamentação. 

“Houve um atraso para apontarmos alguns pontos da normatização”, admitiu o superintendente da Transalvador, Fabrizzio Muller. Segundo ele, basta que o órgão identifique um Polo Gerador de Viagens (PGV) – empreendimentos que atraem um considerável fluxo de veículos e acabam prejudicando a acessibilidade da região – para ter que se adequar. 

“Com isso, teremos monitores de trânsito capacitados para garantir a fluidez e uma melhora considerável nesses pontos. Por isso, vamos identificar esses polos e informar aos geradores que contratem empresas credenciadas para monitorar o trânsito”. 

Alguns PGVs, no entanto, já são conhecidos. Na verdade, são pontos clássicos para qualquer um que vive nos engarrafamentos da cidade, a exemplo do Salvador Shopping e de quase todas as escolas, como a Gurilândia, na Avenida Cardeal da Silva, e o Antônio Vieira, no Garcia. 

Polos - A pedido do CORREIO, o titular da Transalvador listou outros pontos da cidade que também devem precisar contratar monitores. “Escolas são praticamente todas”, disse. Nesse quesito, Muller cita os colégios Integral e Anchieta, na Pituba. Depois, lembra do Shopping Iguatemi, do supermercado Redemix, na Avenida Paulo VI, e da clínica Delfim, no Itaigara.

Além disso, Fabrizzio Muller também apontou obras como os empreendimentos imobiliários da Avenida Santa Luzia, no Horto Florestal, e as obras do Complexo Viário do Imbuí, na Paralela. 
Mesmo assim, ainda segundo ele, cada caso será analisado. “Vamos fazer um estudo e identificar o tamanho da interferência no tráfego do entorno do gerador”. Daí, o órgão vai determinar quantos monitores de trânsito cada PGV vai precisar. Só para ter uma ideia, uma escola como a Gurilândia pode precisar de três profissionais. 

Tão logo os polos forem identificados, também serão notificados. Em seguida, terão que contratar as terceirizadas. “Quem não fizer isso pode sofrer sanções administrativas, como multas e até perda do alvará de funcionamento”, adverte Muller. 

Serviço - Assim que a portaria for publicada, as empresas que oferecem esse tipo de serviço podem se cadastrar na Transalvador. “Só serão autorizadas empresas credenciadas”. No entanto, apesar de o decreto da prefeitura afirmar que existem empresas que oferecem o serviço em Salvador, não é bem assim.

“Aqui não existe esse serviço, mas há a possibilidade de recebermos empresas de fora. No Rio de Janeiro, há bons exemplos”, disse Muller. 

Entretanto, para ele, empresas especializadas em outros serviços de trânsito - como engenharia de tráfego e até de estacionamento - podem se adaptar para oferecer o novo serviço de monitoria de trânsito. “Temos empresas capacitadas aqui, que certamente oferecerão o serviço”. 

A ideia não é que os monitores tenham as mesmas funções dos agentes de trânsito da Transalvador. “Os monitores não terão função de fiscalização, nem de autuação. Eles vão ficar posicionados nos locais para orientar os motoristas e garantir a fluidez”, explicou.

Assim, os monitores só estão autorizados, por exemplo, a indicar locais onde é possível estacionar - e onde não é - ou dar vias alternativas, para fugir da fila de veículos. 

Além disso, todos serão supervisionados pela Transalvador. “Eles não ficam subordinados ao contratante, mas à Transalvador. Se houver necessidade, eles devem acionar os agentes da Transalvador responsáveis pela área”. 

Para isso, os monitores devem passar por curso de capacitação, ministrado pelas próprias empresas que, credenciadas, terão 90 dias para treinar funcionários e começar a oferecer os serviços. “Depois disso é que vamos notificar os PGVs”, diz Muller. 

Inter - Já que apenas obras e empreendimentos da prefeitura não vão precisar dos monitores, obras como as do Complexo Viário do Imbuí, do governo do estado, também terão que contratar as empresas. “É uma obra importante, que vai ajudar a mobilidade, mas não temos dúvida de que é um dos piores impactos, hoje, na cidade”, afirmou Muller. 

Enquanto isso, quem sofre com o engarrafamento dos PGVs já conhecidos espera que a novidade resolva o problema. “Aqui é terrível. Quem engarrafa aqui é o Colégio Antônio Vieira. Gasto 15 minutos parado todos os dias”, afirmou o engenheiro Francisco Neto, 62 anos, morador da Rua Pacífico Pereira, onde fica a entrada e saída do Vieirinha.

Mesmo assim, há quem discorde. “Acho que a Transalvador é que deveria fazer esse trabalho. Passo uns 10 minutos parado dentro do carro”, disse o professor de Educação Física Richard Macrini, 43. 

Outros PGVs famosos já buscam uma adequação. Sobre a escola Gurilândia, onde quase 200 veículos de pais passam, durante os horários de pico, o superintendente da Transalvador diz que a renovação do alvará, no ano passado, foi condicionada a um acordo prévio de que a instituição contrataria monitores. 

“Entendo que já remuneramos o poder público, mas se é para tentar resolver o problema, vamos absorver o custo”, afirmou o diretor da escola, Eduardo Araújo. Até o começo de maio, a escola ainda deve concluir as obras que duplicam a capacidade do estacionamento e permitem até 50 carros dentro do prédio.

Monitor na rua pode gerar impasse, alerta advogado
Em outras capitais, como Curitiba e Rio de Janeiro, o serviço de monitores de trânsito já existe. Ainda assim, segundo o presidente da Comissão de Trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) - Seção Paraná, Marcelo Araújo, o problema disso é colocar empresas particulares para administrar a via pública. “Mesmo que se limite a uma orientação, esse papel é do agente de trânsito”.

Araújo diz, porém, que não há barreira legal para impedir esse tipo de iniciativa por parte da prefeitura. “No caso dos agentes, a ordem deles prevalece. Mas os monitores não teriam essa autoridade. E, se houver um acidente, quem será responsabilizado? Porque é possível ir atrás tanto do empregador quanto do órgão que regulamentou isso”. Em Curitiba, a ação dos monitores se restringe às escolas. “Existe uma ligação mais forte, porque se trata de pais chegando, para deixar as crianças. Mas, num shopping center, por exemplo, pode existir algum tipo de desacato, porque a pessoa que está só passando ali pode não querer ir pelo caminho indicado”, alertou.

Araújo reconhece que a necessidade de mais orientação no trânsito pode ser um benefício da medida. “Mas é um assunto cujos efeitos precisam ser estudados com mais cautela. A população também precisa acolher isso, por isso, é importante fazer audiências públicas”, diz o advogado.

Outro questão é que dá para esperar que os engarrafamentos sejam resolvidos apenas com a presença dos monitores, como lembra a professora Ilce Marília Dantas, chefe do Departamento de Transportes da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia (Ufba). “É preciso mesmo fazer um estudo (para identificar os PGVs), mas o monitor é apenas mais uma medida, que pode melhorar. Mas é importante ter medidas de infraestrutura, porque não tem monitor que resolva o problema do Iguatemi, nem da subida do Cabula”.

Dez pontos com problemas

1 - Clínica Delfim (Itaigara) - Funcionários da clínica e de uma terceirizada trabalham na área externa. A clínica tem manobrista e parceria com estacionamento e disse que vai se adequar.

2 - Colégio Anchieta (Pituba) - A direção do colégio foi procurada por meio da assessoria de comunicação, mas não havia se pronunciado até o fechamento da edição, às 20h.

3 - Colégio Antônio Vieira (Garcia) - Vigilantes já ajudam a orientar os pais na saída da escola. O Vieira planeja uma campanha interna, mas não especificamente por conta da lei.

4 - Colégio Integral (Pituba) - Existe uma orientação para que os pais usem o acesso da orla e já há monitores. O diretor, Luiz Rocha, é favorável à medida.

5 - Empreendimentos no Horto Florestal - Nenhuma das construtoras dos empreendimentos da Santa Luzia respondeu até o fechamento da edição. 

6 - Escola Gurilândia (Federação) - O diretor, Eduardo Araújo, diz que o poder público já é remunerado para isso, mas assumirá o custo se resolver o problema. 

7 - Obras do Imbuí - Até o fechamento da edição, a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Bahia (Conder), responsável pelas obras, não se pronunciou.

8 - Salvador Shopping - O empreendimento disse não ter conhecimento sobre o assunto e afirmou que só irá se pronunciar após a definição das regras.

9 - Shopping Iguatemi - Por meio da assessoria, o shopping disse que só irá se pronunciar quando a portaria for publicada e o estabelecimento notificado.

10 - Supermercado Redemix (Paulo VI) - Os responsáveis foram procurados, mas não foram localizados até o fechamento desta edição.


Fonte:

http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/estabelecimentos-que-complicam-transito-terao-que-contratar-agentes/?cHash=ea5caf747475346e94fc181fcaa474ec

terça-feira, 8 de abril de 2014

É nesta sexta (11/04, às 16h), a inauguração do Clube da Cultura da Transalvador

Nesta sexta, dia 11/04, a partir das 16h, acontecerá no auditório da Transalvador a inauguração do Clube da Cultura.

Vamos todos prestigiar mais essa ação de integração do GERAD SEDEP da Transalvador.

Parabéns ao GERAD SEDEP e contem conosco para o que precisar.

Diretoria da ASTRAM

Informes ASTRAM

Continuamos realizando a atualização cadastral dos associados da ASTRAM


Você que ainda não atualizou os seus dados pode passar na Sede da ASTRAM e preencher o formulário manualmente ou acessar o link abaixo e preencher a versão digital.


É rápido e prático, não demora nem cinco minutos.


Atualize seus contatos o quanto antes para receber todas as informações das nossas lutas, sua participação é essencial.

Diretoria da ASTRAM

*Link para versão digital:
https://docs.google.com/forms/d/1BUe_SDw6oBsqBuDRyve4Qb46zfXQywr73-NLQdebPlU/viewform




WhatsApp: O mais novo canal de comunicação da sua ASTRAM


Para quem ainda não nos adicionou no WhatsApp, segue o número da ASTRAM em mais esse canal de comunicação, (71) 9317-2570. 


Em períodos de constantes batalhas, novos canais de comunicação são vitais para informar, mobilizar e fortalecer a luta.

Diretoria da ASTRAM



PCV e Campanha Salarial

Sua participação é mais que importante, é ESSENCIAL.

Entre conosco nesta batalha, sem luta não há vitória.

Contamos com vocês,

Diretoria da ASTRAM e SINDTTRANS






ASTRAM na Campanha Maio Amarelo: Atenção Pela Vida - Participe você também!

O Movimento MAIO AMARELO nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito de todo o mundo. O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e, mais do que chamar a atenção da sociedade sobre os altos índices de mortes, feridos e sequelados permanentes no trânsito no país e no mundo, mobilizar o seu envolvimento e também dos órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações, sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que o tema exige, nas mais diferentes esferas.

Na carona do sucesso de outros movimentos, como o “Outubro Rosa” e “Novembro Azul”, os quais, respectivamente, tratam dos temas câncer de mama e próstata, o “MAIO AMARELO” estimula você a promover atividades voltadas a conscientização, ao amplo debate das responsabilidades e avaliação de riscossobre o comportamento de cada cidadão, dentro de seus deslocamentos diários no trânsito.

E por isso, o seu símbolo não poderia ser diferente ao laço escolhido, na cor amarela, cuja simbologia em relação a conscientização no combate ao câncer de mama, de próstata (e a sua identificação precoce) e, até mesmo, ao vírus do HIV, está amplamente consolidada pela sociedade. A escolha propositada do laço como símbolo do Movimento vai ao encontro da necessidade da sociedade tratar os acidentes de trânsito como uma verdadeira epidemia e, consequentemente, acionar cada cidadão a adotar as cautelas e prudência hábeis a poupá-lo de ser uma vítima.

Vale ressaltar que o MAIO AMARELO, como o próprio nome traduz, é um movimento, uma ação, não uma campanha, ou seja, cada cidadão, entidade ou empresa pode utilizar o laço do “MAIO AMARELO” em suas ações de conscientização tanto no mês de maio, como, na medida do possível, durante o ano inteiro.

A motivação para o Movimento MAIO AMARELO não é novidade para a sociedade. Muito pelo contrário, é respaldada em argumentos de conhecimento público e notório, mas comumente desprezados sem a devida reflexão sobre o impacto na vida de cada cidadão.

Em conclusão, aguarda-se a participação e envolvimento de todos comprometidos com o bem-estar social, educação e segurança em decorrência de cultura própria e regras de governança corporativa e função social, razão pela qual, convidamos você, sua entidade ou sua empresa a levantar essa bandeira e fazer do mês de maio o início da mudança e do AMARELO a cor da “atenção pela vida”.

Sobre a Década de Ação para Segurança no Trânsito

A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito". O documento foi elaborado com base em um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.

São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade, o segundo na faixa de 5 a 14 anos e o terceiro na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano, ou um percentual entre 1% e 3% do produto interno bruto de cada país.

Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A intenção da ONU com a "Década de Ação para a Segurança no Trânsito" é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020.

O Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito. Juntas, essas dez nações são responsáveis por 62% das mortes por acidente no trânsito.

O problema é mais grave nos países de média e baixa renda. A OMS estima que 90% das mortes acontecem em países em desenvolvimento, entre os quais se inclui o Brasil. Ao mesmo tempo, esse grupo possui menos da metade dos veículos do planeta (48%), o que demonstra que é muito mais arriscado dirigir um veículo — especialmente uma motocicleta — nesses lugares.

As previsões da OMS indicam que a situação se agravará mais justamente nesses países, por conta do aumento da frota, da falta de planejamento e do baixo investimento na segurança das vias públicas.

De acordo com o Relatório Global de Segurança no Trânsito 2013, publicado pela OMS recentemente, 88 países membros conseguiram reduzir o número de vítimas fatais. Por outro lado, esse número cresceu em 87 países.

A chave para a redução da mortalidade, segundo o relatório, é garantir que os estados-membros adotem leis que cubram os cinco principais fatores de risco: dirigir sob o efeito de álcool, excesso de velocidade, não uso do capacete, cinto de segurança e cadeirinhas. Apenas 28 países, que abrigam 7% da população mundial, possuem leis abrangentes nesses cinco fatores.

O relatório destaca que:

- 89 países, cobrindo 66% da população mundial, têm legislação com relação a beber e dirigir, com limite de álcool no sangue de 0.05g/dl ou menor, conforme recomendado pela OMS;

- 90 países, cobrindo 77% da população mundial, têm leis que obrigam o uso de capacete;

- 111 países, cobrindo 69% da população mundial, têm leis que obrigam o uso do cinto de segurança para todos os ocupantes;

- 96 países, cobrindo 32% da população mundial, têm uma legislação para cadeirinhas.

O documento também aponta que na maioria dos países – mesmo alguns daqueles com melhores resultados – a aplicação das leis é inadequada.

Alguns grupos foram identificados como aqueles com maior risco de morrer em acidentes de trânsito:

- 59% das vítimas fatais estão na faixa etária dos 15 aos 44 anos, e 77% são homens;
- pedestres e ciclistas representam 27% de todas as mortes no trânsito. Em alguns países, esse percentual é superior a 75%, resultado de décadas de negligência com a segurança desses usuários nas políticas públicas, em favor do transporte motorizado;

- o risco de morrer em um acidente de trânsito é maior na África (24.1 a cada 100 mil pessoas) e menor da Europa (10.3 a cada 100 mil)

Pesquisa DENATRAN - Política Nacional de Trânsito


Revisão da Política Nacional de Trânsito - Para o decênio 2015/2024

O Departamento Nacional de Trânsito - DENATRAN, visando definir os objetivos da PNT - Política Nacional de Trânsito para a década de 2015 a 2024, pretende colher informações da sociedade sobre o nível de satisfação quanto às condições no trânsito. Dessa forma foi elaborado um pequeno formulário, com questões básicas, para registrar as suas observações a respeito do trânsito em sua cidade.

Contribua com suas observações respondendo a pesquisa. É só clicar no link abaixo:

Transporte público e toque de recolher: mobilidade urbana e inclusão social

Artigo interessante da Profª de História Flávia Pimenta, sobre a mobilidade urbana na cidade de Salvador.

Vale a pena ler!

Transporte público e toque de recolher: mobilidade urbana e inclusão social 

O presente trabalho tem por objetivo compreender o conceito de mobilidade urbana que norteia a política de governo do município de Salvador; analisar as condições atuais do Transporte Público em Salvador e as suas implicações no desenvolvimento social.

CONSIDERAÇÕES INICIAIS

O presente artigo trata da problemática do transporte urbano em Salvador, abordando de forma crítica a questão da mobilidade urbana e inclusão social na conjuntura atual, considerando os fatores históricos e as políticas de governo para a cidade.

O conceito política de governo é entendido aqui não como políticas da esfera estadual simplesmente, mas toda política dos gestores municipais, e também aquelas que resultam de parceria entre estes e o governador do Estado, mas num espectro macro como política transitória que se contrapõe ao conceito de política pública de estado.

A pesquisa foi realizada tendo como metodologia a apreciação de fontes bibliográficas, pertinentes à temática, discussões e construção de síntese crítica pelo grupo de trabalho. As questões norteadoras compõem os seguintes objetivos: a) Compreender o conceito de mobilidade urbana que norteia a política de governo do município de Salvador; b) Analisar as condições atuais do Transporte Público em Salvador e as suas implicações no desenvolvimento social e econômico da população; c) Avaliar as implicações do acesso aos serviços públicos e da cidade em decorrência da mobilidade urbana; d) Refletir sobre as propostas do setor de transporte de Salvador para o enfrentamento imobilidade urbana.

A partir da análise do estudo do professor Sampaio, sobre o desenvolvimento do urbanismo moderno de Salvador, é possível compreendermos que a forma urbana revelada pela cidade atualmente é produto de:

(...) práticas assentadas nas ‘atividades capitalistas especulativas’ emergirá a cidade moderna, fragmentada, numa ação combinada entre segregação espacial e especulação imobiliária. Eis aí parte da chave do entendimento da lógica dos movimentos que determinarão a nova forma-urbana na etapa seguinte: a industrialização moderna propriamente dita, alavancada pelo Estado[1].

A tipologia de ocupação de Salvador, segundo o referido professor revela que na luta de poder pela cidade vence quem detém o capital, verifica-se a reprodução do status quode quem pode mais.


Cerca de 75% das cidades ainda não municipalizaram o trânsito

Medida, que envolve a responsabilidade das prefeituras sobre gestão e fiscalização de trânsito, está prevista no Código de Trânsito Brasileiro, publicado em 1998

Em dezesseis anos, cerca de 25% dos municípios brasileiros assumiram a gestão e a fiscalização do trânsito. A medida, prevista no Código de Trânsito Brasileiro, publicado em 1998, foi implementada por aproximadamente 1,4 mil das mais de 5,5 mil prefeituras. Nas demais, a responsabilidade permanece nas mãos dos estados.

Conforme o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), como não foi fixado um prazo para a implementação da medida e integração dos municípios ao Sistema Nacional de Trânsito (SNT), este processo está ocorrendo de forma gradual. De acordo com a legislação, mesmo os municípios de pequeno porte devem assumir a gestão do trânsito. Isso envolve, por exemplo, a definição da política de uso do solo, circulação de veículos e pedestres, sinalização, regulamentação de estacionamentos e paradas e gestão da segurança viária.

“A municipalização do trânsito torna possível atender de forma direta às necessidades do cidadão. O trânsito é dinâmico e sofre influência das mudanças do meio”, explica a especialista em trânsito da Perkons, empresa de soluções em segurança viária e mobilidade urbana, Maria Amélia Marques Franco. Segundo ela, “é preciso que a administração municipal volte o olhar para como as pessoas se deslocam, do que elas precisam para ir e vir com segurança, acessibilidade e fluidez e administrar os recursos para esse fim”.

Fonte: Portal do Trânsito

Licitação do transporte coletivo de Salvador perto de sair do papel

A Prefeitura de Salvador publicou o aviso de licitação do Sistema de Transporte Coletivo de Salvador (STCO) no Diário Oficial do Município da última quinta-feira (03/04). O edital prevê a exploração dos serviços de transporte público da capital, feitos por ônibus.

Segundo a Assessoria Geral de Comunicação (Agecom), a média de idade da frota de ônibus vai ser reduzida para 3,5 anos até 2016 e o reordenamento das linhas pretende diminuir o tempo de viagem e aumentar a frequência de ônibus nos pontos e terminais.

O secretário de Urbanismo e Transporte, José Carlos Aleluia, afirma que, depois da licitação, os ônibus a serem incorporados à frota terão sistema de ventilação e serão adaptados para utilização de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, deacordo com a Agecom. Os novos veículos também deverão ter motorização padrão Euro V, o que reduz a emissão de gases poluentes.

Entre os aspectos previstos no edital, estão o prazo de exploração dos serviços de 25 anos, sem renovação, pela empresa que apresentar o maior valor de outorga e a adoção do sistema de monitoramento da frota, realizado em tempo real através de GPS. O edital também prevê que as concessionárias terão que prestar informações através de painéis de mensagens, sobre os horários de passagem dos ônibus em tempo real nos terminais, estações e pontos de parada, e que a possibilidade de consulta sobre linhas e horários de ônibus pelo usuário também pelo celular via SMS.

Ainda conforme o edital, a tarifa inicial será de R$ 2,80 com previsão de reajuste anual, baseada na variação no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e o primeiro reajuste deverá ocorrer apenas em janeiro de 2015. Um serviço de call center será criado para prestar informações e receber reclamações, por telefone, e os ônibus ainda terão painéis digitais com informações de linhas e trajetos, complementando o painel dianteiro.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

PCV e Campanha Salarial - Sua participação é essencial !

Sua participação é mais que importante, é ESSENCIAL.

Entre conosco nesta batalha, sem luta não há vitória.



Contamos com vocês,

Diretoria da ASTRAM e SINDTTRANS

Fotos Assembleia Geral Transalvador - Auditório do Sindicato dos Bancários


Obrigado a todos os servidores que estiveram presentes na nossa última assembleia no Auditório do Sindicato dos Bancários. Vocês ajudaram a construir a nossa pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2014 e conheceram a proposta do Plano de Cargos e Vencimentos (PCV).


Uma categoria cada vez mais forte se constrói assim, com a participação de todos.

Diretoria da ASTRAM


Clique em Mais Informações e confira outras fotos da assembleia.